quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sete Dias



7 dias sem notícias. 7 dias sem novas informações. 7 dias sem TV, internet e rádio. Essa foi a proposta que eu me fiz, depois de perceber que estou ávido demais por novidades.
Várias vezes me peguei parado em frente ao computador, com a página do Google aberta, pensando em algo novo para pesquisar. Mesmo depois de ler e assistir as notícias do dia, ainda procurava novas informações e mais conteúdo para encher a mente. Numa dessas pesquisas descobri que nosso cérebro pode se viciar em informação, foi aí que me dei conta de que esse é o meu caso. Não bastava me informar sobre as coisas que me interessam, na verdade eu estava sempre buscando novos interesses. É claro que aprender mais é sempre bom, mas desde que seja sobre algo relevante para a pessoa que aprende. Por exemplo, de nada me adianta saber sobre construção de poços artesianos ou ourivesaria (sim, eu li sobre isso) se essas coisas estão completamente fora da minha realidade prática. Realidade prática é o que estou buscando.Percebi que já há um bom tempo me tornei uma pessoa extremamente teórica e nem um pouco aplicada. Eu sei toda a teoria sobre fabricação artesanal de facas, mas não produzi uma lâmina sequer. Sei como construir uma composteira em casa, mas meu lixo orgânico é jogado fora. Criei um blog, mas quase nunca escrevo nele.
Mas acordei para essa minha realidade a tempo. Esses sete dias foram meio que um rito de passagem. Daqui pra frente quero, assim como Thoreau, viver de forma simples e me preocupar apenas com o que for relevante para eu e minha família. Já que citei Thoreau, um dia ainda faço como ele e vou para o mato viver a vida de verdade.
Nessa semana, pude constatar algumas coisas. Primeiro, a grande maioria das notícias que vemos na TV ou nos portais da internet são completamente irrelevantes para a nossa realidade. Ou pelo menos para a minha realidade. São apenas preocupações desnecessárias. Segundo, ler um livro, parar para escutar música e brincar com as crianças, são coisas muito mais legais do que ver o Sportscenter ou ficar no Facebook. Terceiro, aquele velho clichê de que menos é mais é verdadeiro. Menos bens materiais, menos preocupações, menos tempo desperdiçado é igual a mais tempo em família, mais qualidade de vida, mais espiritualidade.
Aprendi também a não fazer nada. O que muitos podem considerar uma perda de tempo, eu descobri ser algo muito prazeroso. Deitar no sofá, sem nada para incomodar, apenas eu meus pensamentos, é muito relaxante. Afinal, quem dita que precisamos ser produtivos 24 horas por dia é esse sistema que desaba aos poucos. Digamos não à auto-escravidão e que nosso protesto seja uma horinha do mais puro ócio.
Acima de tudo percebi que o necessário para uma vida satisfatória é muito pouco. Nós complicamos a vida a troco de uma falsa felicidade. É claro que não passei a enxergar as coisas dessa maneira por causa desses 7 dias. Na verdade, essa semana foi o reflexo de um modo de ver as coisas que se desenvolveu em mim há algum tempo. Obviamente é preciso equilíbrio nessa questão, assim como em qualquer outra. E achar o ponto de equilíbrio é uma tarefa muito difícil.

               


Daniel.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

6 Meses ...

 Já se passaram 6 meses... Meu bebê está numa nova e boa fase, do nhame nhame, kkkk...
Está com 9 quilos, e aprendendo a saborear novos sabores e texturas diferentes. Por enquanto está no começo, mas acho que ele aceitou bem rápido, kkk boloto...
A papinha salgadinha está um pouquinho mais difícil, mas não é minha primeira vez, então é só ter bastante paciência que tudo da certo... Eu fico bem contente e animada de fazer várias comidinhas diferentes pro meu pequeno saborear... Como todas as fases, estou curtindo muito!!!


Jéssica

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

5 Meses !!!

 Tem que constar a mudança para o quinto mês também. é muita fofura meu molequinho, só crescendo e crescendo...
Jéssica